Vinda da escuridão – parte 22

XXII

 

O Blood Diammond aportava com o novo carregamento de produtos vindos do Caribe, e na proa era Steve Palmer era visto com seu costumeiro traje elegante. A calefação da respiração dos homens denunciava que aquela era uma manhã fria o cargueiro estava cheio a viagem fora longa dessa vez.  Ao lado de Steve estava o filho mais velho de M’tulhu que trabalhava diretamente com Steve.

– Aqui estamos de volta ao lar mestre. – disse o jovem empregado.

– Desta vez nos demoramos além do esperado, George. Pegue minhas malas e encontre-me no automóvel. – diz Steve se encaminhando para a área de desembarque.

“Acho que está acontecendo algo, não me agrada ter de passar tanto tempo distante.” Pensava Steve tão entretido em seus pensamentos que não reparou quando o Matheus West saia da sede das empresas.

 

Matheus ia saindo do prédio após a conversa com seu irmão caçula enquanto Steve caminhava até o carro e se sentava no banco de carona. Rapidamente então ele entrou num restaurante que ficava a frente do prédio e por uma janela passou a observar o sócio de seu irmão.

– Mestre, suas malas já estão na mala. Está pronto? – perguntou o jovem.

– Vamos para casa. Não estou me sentindo bem, foi uma longa viagem e primeiro devo descansar. Mais tarde falarei com Thomas sobre o que trouxemos. – respondeu.

 

Matheus observava Steve e o jovem motorista partirem no automóvel e ao desaparecerem ao longe então ele respirou aliviado, quando ele sentia seu ombro sendo tocado.

Lebeau estava almoçando quando viu o xerife West, entrar no restaurante e sentar numa mesa próxima a janela. Parecia que ele estava observando alguma coisa, mas do ponto onde ele estava sentado não conseguia ver o que era.  Então Lebeau acabou de comer seu peixe e se aproximou de West e tocando seu ombro disse:

 

– Matheus? Posso ajudá-lo em alguma coisa? – disse para espanto do xerife West.

– Ora! – respondeu assustado Matheus – Xerife Lebeau, eu acabei de chegar à cidade estava ia almoçar e depois iria procurá-lo. Gostaria de me acompanhar no almoço?

– Eu acabei de terminar, mas posso fazer companhia para você. Enquanto como minha sobremesa e tomo meu café.

– Então amigo, deixarei para comer mais tarde, vou acompanhá-lo no café.

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